¿Qué es MFV?

Lanzada la campaña en Brasil

TIREM AS MÃOS DA VENEZUELA!

No momento em que o presidente Bush faz um giro pela América Latina para tentar isolar Chávez, combater a revolução Venezuelana e para tentar retomar a imposição do imperialismo na América, a Corrente O Trabalho [Maioria] lança no Brasil a campanha “Tirem as Mãos da Venezuela”.

 

Esta campanha de solidariedade internacional foi lançada em dezembro de 2002, no momento do fracasso do golpe de estado ocorrido no mesmo ano, devido à heróica intervenção do povo venezuelano. Isto levou a reacionária oposição a colocar em prática outro plano para derrotar o Governo de Hugo Chávez e pôr fim à revolução na Venezuela: em 3 de dezembro de 2002, a oposição e os empresários chamaram uma “greve nacional indefinida”, ou seja, uma sabotagem com o fim de paralisar o país. A idéia era difundir que a Venezuela passava por um “regime autoritário”, cada vez mais “impopular” e que estava sendo rechaçada por uma oposição “democrática”.

Naquele momento, Alan Woods, em nome da Corrente Marxista Internacional (CMI), lançou um chamado de solidariedade em defesa da revolução venezuelana, contra a ingerência do imperialismo estadunidense e contra o novo golpe que se estava configurando.

O trabalho realizado pela campanha internacional “Tirem as Mãos da Venezuela” tem sido reconhecido pelo próprio presidente Chávez, que inclusive participou do ato organizado em Viena de solidariedade à revolução venezuelana, por  companheiros que aderiram à campanha na Áustria. Hoje, a campanha é a única campanha internacional de solidariedade: está ativa em quarenta países do mundo em cinco continentes.

A revolução venezuelana está sendo o epicentro de uma maré revolucionária que se espalha por toda América Latina. Por essa razão, as pressões, as manobras e as ações do imperialismo contra a revolução vão endurecendo mais e mais a cada dia. O imperialismo e a oligarquia venezuelana não podem tolerar a existência de uma revolução, cuja extensão e “contágio” é evidente em toda América Latina. Uma revolução que questiona seu domínio e seu sistema, o capitalista. O povo venezuelano tem conseguido notáveis avanços na educação, em saúde, nos direitos sociais nos últimos anos. Mas, acima de tudo, a grande conquista do povo é ter decidido tomar as rédeas de seu próprio destino e lutar para organizar seu próprio futuro. O próprio Chávez está constantemente falando da necessidade do socialismo: “Golpe em 2002, paro patronal, sabotagem, contragolpe (...) cheguei à conclusão de que o único caminho para sair da pobreza é o socialismo”, disse Chávez em uma entrevista. O debate sobre o socialismo se estendeu a todo o movimento revolucionário no país.

Por isso, a campanha “Tirem as Mãos da Venezuela” coloca em questão que o mais poderoso aliado ao processo revolucionário na Venezuela é a solidariedade internacional e a extensão da revolução a outros países. Mas não se trata de uma solidariedade caricata e hipócrita. Todos os companheiros que organizam esta campanha em diversos lugares do mundo defendem a solidariedade consciente, política e ativa da classe operária do mundo todo. A vitória da revolução na Venezuela também será a vitória da classe operária.

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